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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Internet x loja física: a mesma empresa pode cobrar preços diferentes?

Fonte: InfoMoney

04 de outubro de 2011 •
15h01 Por: Fernanda de Moraes Bonadia


SÃO PAULO – Não é uma situação rara os consumidores pesquisarem preços e condições de pagamento na loja virtual de uma empresa e se depararem com um valor diferente daquele praticado na loja física da mesma companhia. Mas, isso é permitido pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor)?

De acordo com a coordenadora institucional da ProTeste – Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci, as empresas podem sim cobrar preços diferenciados, tanto entre uma loja física e uma virtual, quanto entre duas lojas físicas.
“Porém, apesar de poderem, elas não devem deixar de indicar qual é o preço  praticado, a forma de pagamento, as condições de entrega – como a cobrança ou não do frete –, a data de entrega - pois algumas empresas terceirizam o serviço -, e sobre a devolução, indicar claramente os itens do produto – como a marca e a cor”, detalha Maria Inês.
Afinal, o advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Flavio Siqueira Junior, lembra que um dos principais direitos dos consumidores é aquele relativo à informação adequada e clara sobre o produto que vai comprar ou serviço que vai contratar.
Preço baixo requer atençãoA ProTeste já realizou pesquisas que indicam que os preços praticados nas lojas virtuais são, de fato, mais em conta. “Por que observamos que aumentaram tanto as vendas na internet? Porque as lojas têm custos menores com encargos e deixam de pagar um vendedor. Por isso elas aplicam preços diferenciados”, explica Maria Inês.
E é exatamente por conta desses valores mais atrativos que o consumidor precisa dobrar a atenção. “Como cresceu muito o consumo virtual, muitas pessoas não se preocupam mais em verificar a idoneidade das empresas”, alerta a coordenadora da Proteste.
Assim, ela orienta que o consumidor sempre desconfie se o preço é muito mais barato do que a média praticada no mercado. Afinal, os valores podem até ser mais em conta na web, mas a diferença não chega a ser tão exorbitante. “Lojas que vendem com preço muito baixo é sinal de perigo”, reitera.
Fique de olho!Para se proteger, Maria Inês indica que a pessoa busque saber qual o preço praticado em lojas físicas para comparar e não correr o risco de ser enganado. Além disso, a importância de visitar uma loja física também inclui a possibilidade dela olhar o produto, verificar modelo, suas funcionalidades, e conseguir escolher com mais propriedade qual a mercadoria que melhor atende suas necessidades.
O consumidor ainda deve ficar atento ao chamado Custo Efetivo Total. Regulamentado por uma resolução do Banco Central e também previsto pelo CDC, ele basicamente trata da necessidade das lojas deixarem claro para o consumidor qual o preço total que ele irái pagar. Não apenas o valor da mercadoria, mas também incluídos os custos dos empréstimos, os encargos, taxas, etc. “O consumidor precisa saber quanto vai pagar”, afirma a coordenadora da ProTeste.
Vale lembrar que, em relação aos direitos dos consumidores, a principal diferença de uma loja física para a virtual diz respeito ao Direito de Arrependimento. “Tudo que é comprado pela internet pode ser devolvido dentro do prazo de sete dias, sem necessidade de o consumidor explicar porque está devolvendo”, lembra Siqueira Junior. Na loja física isso não existe, o produto só é devolvido se apresenta defeito, ou conforme a política da loja (no caso de roupas, por exemplo).
Cuidado com o prazo de entregaO advogado do Idec informa também que se está descrito no site que a entrega será realizada em até dois dias e isso não ocorrer, “a empresa é responsabilizada, pois tem a obrigação de cumprir a oferta feita”.
Em relação à greve dos Correios, ele orienta que os sites não podem utilizá-la como desculpa. “Não importa que haja a paralisação, pois se a oferta dizia que em dois dias o produto seria entregue, a companhia tem que achar meios alternativos para fazê-lo”, afirma Siqueira Junior.
Se o produto não chegar e o consumidor se sentir lesado, o Idec orienta que ele primeiro entre em contato com a empresa e cobre os seus direitos, que são: abatimento do preço (pode ser por meio de um desconto, um vale para outra compra ou a substituição por outra mercadoria; nesse caso, o fornecedor oferece algum deles e o consumidor precisa aceitá-lo) ou o cancelamento da compra com a devolução do preço integral.
Caso a conversa com a companhia não surta efeitos, o consumidor deve registrar reclamação no Procon de sua cidade, levando consigo a informação da compra feita e também um comprovante de que tentou entrar em contato com a empresa.
Entre lojas físicasMaria Inês ainda explica que “mesmo fazendo parte de uma mesma rede, a promoção às vezes vale para uma loja só”. Essa variação de preço de uma mesma mercadoria, quando comprada em diferentes lojas da mesma empresa, ocorre por diversos motivos:
  • Estoque: uma loja possui um estoque muito maior do que outras, e faz uma promoção;
  • Data de fabricação: produtos mais antigos costumam ser colocados nas prateleiras com preços mais em conta, e as datas variam de loja para loja;
  • Saldão: não é raro uma empresa reunir os produtos de várias filiais para realizar um grande saldão em uma única loja.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Como cuidar do orçamento em época de crise?

Fonte: InfoMoney

30 de setembro de 2011 •
19h06 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – O risco de uma recessão na economia, o desemprego,  o medo de que a inflação volte a assolar o País - impulsionada também pela alta do dólar. Uma crise econômica pode fazer estragos devastadores na economia e afetar diretamente o cotidiano dos consumidores.
Segundo especialistas, é possível passar por momentos de maior turbulência sem ter a vida drasticamente afetada, mas, para isso, é importante que sejam tomados alguns cuidados. De acordo com o planejador financeiro Valter Police, da Police Consultoria, o consumidor deve manter alguns princípios básicos para lidar com seu dinheiro, tanto em épocas de crise quanto em momentos de maior tranquilidade econômica.
“É preciso equilibrar os prazeres imediatos com o planejamento do futuro, vivendo o hoje também pensando no amanhã”, aconselha.
Cuidado com as dívidas
Para Police, um dos pontos fundamentais que o consumidor deve observar é o seu nível de endividamento. De acordo com o planejador, as parcelas de empréstimos e financiamento não podem prejudicar o orçamento familiar, principalmente em momentos em que existe a possibilidade de haver uma crise financeira.
“Acho que boa parte da população se esqueceu que de tempos em tempos temos períodos mais difíceis e isso está fazendo as pessoas se endividarem em demasia”, afirma Police.
Ele afirma que as dívidas são as mais diversas, desde parcelar as compras corriqueiras (mesmo sem juros), até financiamentos automotivos e imobiliários, com prazos que chegam a 30 anos. “O comprometimento da renda destas pessoas está muito alto e crescendo e, caso haja algum problema na entrada de recursos, a inadimplência virá e, com ela, todos os malefícios já conhecidos - juros mais caros, menor atividade econômica etc”, alerta.
O educador financeiro e sócio da Mais Ativos, Álvaro Modernell, concorda. “Tem uma dica que vale para todo momento, mas que tem ainda mais força em épocas de crise: não contrair dívidas”, diz.
Crédito mais escasso e caro
Police ressalta que, em momentos de crise, o crédito costuma se tornar mais escasso e, por conta disso, mais caro. Daí o perigo de se endividar em demasia. “Nestes tempos, é mais prudente refletirmos muito antes de qualquer tomada de crédito, já que os custos serão mais altos”, afirma.
Ele afirma que o crédito ainda é usado de maneira errada por grande parte da população. “O sinal amarelo já está ligado. Infelizmente para alguns, essa cor já é a vermelha, mas o pior é que me parece que muito poucos estão percebendo os perigos da utilização de crédito de forma pouco consciente”, afirma.
Aumentar as reservas
Além de procurar contrair menos dívidas, Álvaro Modernell afirma que é interessante procurar fazer um colchão financeiro para momentos em que a economia está em um situação mais complicada. “Dentro do possível, é importante tentar aumentar as reservas”, diz.
Segundo ele, para isso, existem duas maneiras. “Ou você dá um jeito de ter uma renda maior ou então corta gastos que não são tão necessários. Desta maneira, se a crise realmente acontecer, você tem como enfrentá-la. Se você não for afetado pela crise, pode aproveitar as oportunidades de investimento, por exemplo, com aquela reserva”, diz.
Investimentos
Em relação aos investimentos, Police aponta que os mercados oscilarão com mais volatilidade, trazendo mais riscos. Por isso, segundo ele, também é preciso ter uma cautela maior neste momento, com menor exposição em bolsas e ativos cambiais e mais voltado para a segurança da renda fixa.
“É verdade também que estes momentos costumam oferecer boas oportunidades, mas isso é para aqueles que tem muito conhecimento e também sangue frio para aproveitá-las”, conclui.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quer comprar um imóvel sem ter prejuízo? Elabore uma lista de obrigações!


SÃO PAULO - A compra da casa própria é um sonho para muitas pessoas. Por isso mesmo, deve ser feita com muita cautela e responsabilidade, para que nada dê errado. Isso porque ninguém quer perder o dinheiro que lutou tanto para conseguir.

Conforme divulgou o Jornal dos Imóveis, o ideal para quem está pensando em adquirir uma casa ou apartamento é elaborar uma lista de obrigações a serem cumpridas antes de fechar o negócio.

Passo-a-passo
  • 1. Procure uma imobiliária: para economizar tempo, evitar problemas desnecessários e realizar um negócio seguro, esta é a melhor opção.

    Antes de escolher a empresa, considere a estrutura, disponibilidade do corretor e solicite as referências de vendas anteriores. Leve em conta ainda os serviços oferecidos, área geográfica de atuação, quantidade de imóveis constantes na carteira, atendimento fora do horário comercial, prestação de apoio a financiamentos e elaboração de contrato profissional com revisão de advogado.

  • 2. Defina suas necessidades com clareza: converse com cada membro da família para decidir o que é importante no imóvel: quintal, piscina, dependência de empregada etc. Dependendo da verba disponível, é provável que seja necessário acrescentar ou retirar itens.

  • 3. Faça uma reunião com o corretor: isso serve para planejar a aquisição e para que você apresente suas necessidades (número de dormitórios, localização etc), estilo de vida e potencial de compra (quantia em dinheiro, necessidade de financiamento, disponibilidade do FGTS, automóvel ou outro imóvel que possa ser dado como parte do pagamento).

  • 4. Visite um número razoável de imóveis: só faça negócio após visitar um número razoável de casas e apartamentos, entre 5 e 8, com todas as pessoas que têm poder de decisão na família.

    Além disso, visite o imóvel escolhido mais de uma vez, de dia e à noite, se possível. Ainda pergunte aos vizinhos sobre segurança, odores, desapropriações, vazamentos, desabamentos e inundações.

    Considere também valorizações futuras, valor de revenda, posição do imóvel em relação ao sol e como você se sentiu nele.

  • 5. Faça uma inspeção minuciosa: antes de assinar o contrato, fique atento às rachaduras, ao quadro de força e às condições do telhado. Além disso, procure descobrir se há vazamentos, diminuição de vazão de água entre pontos, existência de cupins, paredes úmidas, ocas ou descoladas.

  • 6. Negocie antes de firmar acordo: faça propostas inteligentes, com a ajuda de seu corretor. Lembre-se de não fechar negócio pelo primeiro valor ofertado, especialmente se o pagamento for feito à vista.

    Se o proprietário residir no imóvel que você está visitando, procure não conversar com ele, especialmente sobre preços e condições comerciais. Isso porque muitas negociações são bloqueadas por interferências, mesmo inocentes, de interessados e do proprietário.

  • 7. Revise o contrato: é recomendável que toda compra de imóvel seja acompanhada de um instrumento particular de contrato elaborado pela imobiliária, mesmo que a escritura seja lavrada imediatamente após a negociação.

    Para quem não sabe, o contrato protege ambas as partes e estabelece condições, por exemplo, sobre a posse no imóvel e dívidas de impostos que não são cobertas na escritura.

  • 8. Verifique os documentos: faça com que o vendedor apresente certidões negativas dos cartórios de protestos, dos distribuidores cíveis, da Justiça Federal, da Receita Federal e de tributos municipais.

    Além disso, é importante verificar a matrícula atualizada do imóvel, expedida pelo Oficial do Cartório de Registro de Imóveis, e uma declaração que confirme que as taxas de condomínio estão em dia, no caso dos apartamentos.


  • Fonte: InfoMoney

    10 provérbios ou ditados populares que podem influenciar suas finanças

    Fonte: InfoMoney

    30 de setembro de 2011 •
    Por: Patricia Alves

    SÃO PAULO – Quem nunca usou um provérbio ou ditado popular para justificar uma atitude, dar algum conselho ou até mesmo para consolar uma pessoa? Pois saiba que muitas destas frases podem influenciar, e muito, na maneira como você lida com suas finanças pessoais e investimentos.
    Alguns podem justificar erros, outros podem dar bons conselhos e até ajudar na definição de metas.
    Sabedoria popular
    Abaixo estão listados alguns ditados e provérbios e suas possíveis implicações para o seu planejamento financeiro:
    “Todas as lindas flores e os suculentos frutos do futuro dependem das sementes plantadas hoje” – O provérbio chinês pode ensinar que, para um futuro financeiro tranquilo, é importante começar o planejamento desde cedo. Atitudes e decisões tomadas hoje podem significar o sucesso – ou o fracasso – de suas finanças daqui a alguns anos.
    “Sofre muito menos quem aprende à custa dos erros alheios” – O ditado popular indica que os erros dos outros podem nos ensinar, e muito, quando o assunto é dinheiro. O investidor que colocou todo o dinheiro numa única aplicação – e perdeu tudo – pode servir de exemplo de o que não se deve fazer e da importância da diversificação, quando o assunto é investimento. Aquele consumidor que se afundou em dívidas no cartão e no cheque especial também é outro exemplo que não deve ser seguido.
    “Prepara-te para o que quiseres ser” – O provérbio alemão mostra que, para conquistar um objetivo, é importante se preparar, inclusive financeiramente para isso. Sem planejamento, o sonho pode virar pesadelo na hora de arcar com os custos dele.
    “Antes tarde do que nunca” – Esse ditado vale para aqueles que adiaram a decisão de poupar e investir e que, agora, acham que não dá mais tempo para isso. É claro que, quando se trata de dinheiro, é melhor o refrão “Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”, no entanto, se o amanhã já chegou, “Antes tarde do que nunca” para começar a planejar.
    “Aqui se faz, aqui se paga” – Esse ditado é indicado para aqueles consumidores compulsivos, que compram sem pensar, usam e abusam do cartão de crédito e dos parcelamentos. Lembre-se: uma hora as contas chegam! É importante estar preparado para elas.
    “De grão em grão, a galinha enche o papo” - Ditado indicado para aqueles que acreditam que, para investir, é preciso ter muito dinheiro. Atualmente, existem aplicações voltadas para os pequenos investidores que, com pequenas quantias, desde que investidas periodicamente, podem formar uma grande reserva financeira, afinal, “de moeda em moeda se faz uma fortuna”.
    “Cautela nunca é demais” – Ditado popular indicado para aqueles investidores que ficam de olho apenas na rentabilidade de determinadas aplicações e se esquecem do risco. Mesmo os mais agressivos, com maior apetite de risco, devem ter cautela e colocar em sua carteira ativos mais conservadores, que lhes garantam uma reserva em épocas mais turbulentas do mercado.
    “Dize-me com quem andas e eu te direi quem és” – Esse ditado indica, para os investidores, um comportamento que deve ser evitado: o comportamento de manada. Entrar em determinada aplicação – ou sair dela - só porque todos estão fazendo o mesmo pode significar mais prejuízos do que ganhos. Seja por investir em algo que não condiz com seu perfil e objetivos, seja por amargar perdas por resgatar determinado investimento antes da hora só porque os outros fizeram isso. Lembre-se: o investidor é único e tem objetivos únicos e pessoais.
    “Não conte com o ovo dentro da galinha” – Para os investidores, este ditado serve para ensinar que não dá para contar com o retorno de uma determinada aplicação antes do final do prazo dela. Como se diz no mundo das finanças, “rentabilidade passada não é garantia de ganhos futuros”. No planejamento, o ditado ajuda aqueles que, antes mesmo de receberem um dinheiro extra (como o décimo terceiro, férias, restituição de imposto de renda), já gastam o valor, sem nenhum planejamento. Lembre-se: imprevistos acontecem e o montante pode ser menor que o esperado ou fazer falta mais para frente!
    “Quem espera sempre alcança” / “Quem tem pressa come cru” – Os dois ditados, com mesmo sentido, indicam que, seja no planejamento das contas ou nos investimentos, a pressa atrapalha. Manter a calma, quando se trata de dinheiro, pode significar melhores resultados e menos dores de cabeça no futuro. Pense nisso!

    quarta-feira, 28 de setembro de 2011

    Veja 10 atitudes essenciais para garantir uma aposentadoria feliz

    Fonte: InfoMoney

    27 de setembro de 2011 • 
    Por: Gladys Ferraz Magalhães

    SÃO PAULO – O brasileiro está vivendo mais e, por conta disso, pensando mais no futuro. Entretanto, ao imaginarem a vida que terão depois dos 60 anos, aqueles que dependerão da Previdência Social, cujo teto de aposentadoria atual é de R$ 3.691,74, se perguntam se é possível ter uma aposentadoria feliz.
    De acordo com o superintendente de produtos da Brasilprev, João Batista Mendes Angelo, com atitudes simples, as chances de ter uma aposentadoria tranquila são grandes.
    Abaixo, ele sugere dez atitudes que podem auxiliar quem quer ficar tranquilo e realizado na terceira idade.
    Dicas
    1- Pense no assunto, mesmo que ainda falte muito tempo para a sua aposentadoria. Encarar esta fase da vida de forma positiva ajuda a definir metas para o período e a se esforçar para alcançá-las;
    2 – Fique de olho no orçamento, faça as contas e reserve uma parte para eventuais emergências e planos e outra para a aposentadoria. Um erro muito comum, diz Mendes Angelo, é a pessoa começar a reservar dinheiro para esta fase da vida e utilizá-lo para outros fins, como a compra de uma casa ou alguma eventualidade;
    3 – Comece cedo. Não basta apenas pensar no assunto, é preciso começar a poupar o quanto antes. Nos planos de previdência privada, por exemplo, a iniciativa resulta em mais dinheiro, visto que o efeito dos juros compostos é “maravilhoso”;
    4 – Não deu para começar muito cedo? Planeje-se para poupar por pelo menos de 20 a 25 anos, para ter resultados satisfatórios;
    5 – Defina o que quer para saber quanto terá de poupar. Ao contrário de um planejamento normal, para as contas do dia a dia, no qual a maior parte dos especialistas aconselha a reservar ao menos 10% da renda para emergências, quando o assunto é aposentadoria, o montante a ser guardado deve levar em consideração vários fatores, como a idade atual do poupador, a renda pretendida e os objetivos futuros;
    6 – Já tem ou está prestes a ter filhos? Se possível, reserve dinheiro para o futuro deles. Assim, será mais fácil ter tranquilidade na aposentadoria, já que, dessa forma, reduzem-se as chances de ter de socorrê-los financeiramente;
    7 – Vai contratar uma previdência privada? Preste atenção na instituição que irá cuidar do seu dinheiro. Antes de assinar o contrato, pesquise e observe sobretudo se a empresa é segura, sólida e confiável;
    8 – Olhe para o seu imposto de renda. Antes de decidir que tipo de plano previdenciário irá contratar, observe a sua declaração do IRPF. Se ela for feita no modo completo, diz o superintendente da Brasilprev, o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) pode ser a melhor opção. Já para quem declara na forma simplificada ou é isento, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é o mais indicado;
    9 – Veja o seu perfil. Atentar para o perfil de investimento também é importante ao se tratar de aposentadoria. Isso porque, explica Mendes Angelo, há fundos que são 100% renda fixa e outros compostos por até 49% de investimentos em ações;
    10 – Por fim, observa o superintendente, esteja preparado para uma mudança no patamar de investimentos, uma vez que, mesmo tomando todos estes cuidados, é possível que você não tenha a mesma renda de quando estava trabalhando.